“Só convivendo com alguma destas situações se consegue avaliar o esforço físico e psicológico necessários a quem cuida, sobretudo se cuidar envolve empenho e sentido de missão. À medida que a doença progride, o carinho e cuidados familiares não bastam para responder às necessidades dos doentes e surge o dilema: internar ou conservar o doente no seu ambiente. A minha experiência diz- me que optei pela melhor solução. Com o apoio e ajuda da MAIS FAMÍLIA, tenho conseguido manter o meu doente/marido nas melhores condições e, arriscaria até a dizer, feliz!

Bem hajam todos os que aqui trabalham. Feliz aniversário e longa vida.”

Deolinda Santos